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Finalistas

Dupla do RIO anime club de maio

Dupla se prepara para disputar a grande final do WCS

RIO anime club

Ariana Caiado da Rocha

Idade
23 Anos

Quando e como você começou a fazer cosplay?
Comecei a fazer cosplay tem mais ou menos dois anos. Tudo começou quando fui em meu primeiro evento em São Paulo. Foi amor a primeira vista. No próximo evento que fui, já estava de cosplay.

Qual foi seu cosplay favorito?
Ai, não consigo decidir qual meu cosplay favorito… Gosto da Esther de Trinity Blood, da Suu de Clover, do Mago Clow que a Bruna pintou a mão pra mim, e da Princess Ai que foi o ultimo que fiz.

Você tem um mangá ou anime favorito?
Tenho vários. Gosto da maioria dos mangás do Clamp, Trinity Blood, Ouran, Nana, Utena… Animes na verdade não estou tendo muito tempo pra acompanhar nenhum, mas adoro Monte Cristo, Azumanga Daioh…

Quais são as suas atividades diárias?
Bom, faculdade, trabalho, tradução, fazer cosplay de noite e atualmente terminando minha monografia.

O cosplay mudou a sua vida pessoal? De que forma?
Primeiro que nunca imaginei que fosse conhecer tantos lugares do Brasil, fui parar em Brasília ano passado com a Bruna. E que ia conhecer tantas pessoas maravilhosas no caminho. Desenvolveu muito a minha criatividade, tirou muito da minha timdez, e me fez uma pessoa mais feliz!!!

Geralmente, como é o processo de montagem dos seus cosplays? Vocês gastam muito tempo? E dinheiro?
O tempo que nós temos é a noite e nos fins de semana. Então as vezes para agilizar algumas coisas, fazemos cada uma uma parte e depois montamos. As peças maiores como asas, cetros e lanças, a gente faz lá em casa porque eu tenho uma oficina bem espaçosa. E ainda temos a ajuda do meu pai, que na verdade dá uma ajudona e ainda dá dicas de material.

Na verdade não gastamos muito com o cosplay em si, já que fazemos nossos acessórios e temos uma boa costureira. O único problema mesmo são as viagens para outros estados.

Qual foi a parte ou peça de roupa mais difícil que você já tentou fazer?
O mais difícil foi o rosário da Esther, que foi entalhado. Depois, as asas de Clover por causa do material que inicialmente não sabíamos o que utilizar. Por fim, o chapéu e a lança de Astaroshe da Bruna que foi uma dor de cabeça só. No final, conseguimos fazer tudo bonitinho!

Qual é o seu maior sonho?
Viajar bastante, conhecer vários lugares… E a primeira parada seria o Japão.

Quais são as suas expectativas para a final em São Paulo? Acreditam que tem chances?
Acho que o pessoal vai dar um show esse ano!! E acredito que temos chances sim.

Bruna Ribeiro Nascimento

Idade
23 Anos

Quando e como você começou a fazer cosplay?
Comecei em 2004, no Anime Festival em BH. Foi fora do meu estado (ES) porque na época nem havia evento aqui. Foi um cosplay super desconhecido de Bakuretsu Hunters e ficavam me perguntando se eu estava de Chun Li com asas, foi muito divertido!

Qual foi seu cosplay favorito?
Ah..todos! Mas o orgulho mesmo é a Astaroshe Asran, de Trinity Blood porque foi o mais difícil de fazer. Ela tem armadura… chapéu… e eu fiz tudo só na base de tutorial e faça-você-mesmo.

Você tem um mangá ou anime favorito?
Nossa… eu gosto de muitos! Mas xXxHolic é meu favorito.

Quais são as suas atividades diárias?
Bom, eu vou à faculdade, trabalho num escola de inglês e depois à noite é o tempinho para acertar cosplays ou fazê-los; geralmente é o horário entre meia-noite e seis da manhã! Só depois que eu vou dormir!

O cosplay mudou a sua vida pessoal? De que forma?
Mudou. Eu era bem tímida. Sempre fui bastante artística e o cosplay me ajudou a desenvolver isso. Com as pessoas, eu acabei ficando menos vergonhosa e até hoje, fiz muitos amigos que gostaria que ficassem para sempre junto comigo, mesmo que a maioria morem longe do ES.

Geralmente, como é o processo de montagem dos seus cosplays? Vocês gastam muito tempo? E dinheiro?
Tempo. É uma coisa que eu não sei muito bem o que é, sabe? Como eu falei, é durante a noite ou final de semana confeccionando coisas, aprendendo a usar materiais. Já dinheiro nem se fala… com o cosplay em si, nem tanto é gasto poque a gente faz a maioria das coisas, mas com as viagens para eventos… isso sim é gasto! Mas a gente sobrevive e é feliz assim!

Qual foi a parte ou peça de roupa mais difícil que você já tentou fazer?
Um chapéu! Nossa… eu e a Ari tentamos umas três vezes fazer o chapéu da Astaroshe, de Trinity Blood. Não deu certo, aí nas vésperas do evento eu fiquei até 3h da manhã lutando com ele! No final das contas, ele surgiu!

Qual é o seu maior sonho?
Adivinha? Ir ao Japão. Eu não desisto disso! A maioria das pessoas dizem que é loucura, mas fazer o que? Eu quero!

Quais são as suas expectativas para a final em São Paulo? Acreditam que tem chances?
Acredito. Nós provamos que queremos muito, fomos para duas seletivas e uma pré-seletiva, se não acreditássemos, havíamos desistido na primeira. Espero uma alta qualidade de cosplayers na final, mas nós estaremos lá também, né? Então, boa sorte a todos e nos vemos lá!

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