Adeus para Insector Sun

Sem patrocínio, o tokusatsu tupiniquim deixará de ser filmados

por Redação Henshin
04.02.2009

Seu nome é a junção do estilo de kung fu “Louva-a-Deus” e uma alusão ao forte sol de Ribeirão Preto

Ribeirão City voltará a ser uma pacata cidade de interior e ficará em paz sem monstros que ameacem seus habitantes, no último episódio da série Insector Sun.

O protagonista da série, Kri Lee, como um bom brasileiro, vive de bicos para se manter. E quando sente que a cidade está ameaçada, imediatamente se transforma em Insector Sun para combater as forças do mal.

Mas, sem verba para continuar a produção da série, o professor de kung-fu da cidade de Riberião Preto (interior de São Paulo), Christiano Silva, encerra a saga do tokusatsu brasileiro desanimado.

“Estou triste, frustrado, mas consegui fazer sozinho os 12 episódios. As pessoas patrocinam tanta coisa e não querem investir num filme”, queixa-se Silva sobre a falta de patrocínio, para o repórter do site G1.

Para cada episódio, com cerca de 30 a 40 minutos de duração, foram necessários cerca de três meses de filmagem, por conta dos atores voluntários que trabalham ou estudam nos dias úteis. O orçamento para cada capítulo foi de cerca de mil reais, usado para a confecção das fantasias e cenários.

O último episódio está previsto para maio, encerrando a saga de Insector Sun que teve início em 2000.

Assista as aventuras desse valente herói aqui.

Dreamland: uma pequena viagem ao anime e mangá
Rio de Janeiro - 5 a 28 de novembro
Embaixadoras do kawaii no Brasil - Cool Japan
Rio de Janeiro - 28 de novembro
indicar indicar imprimir imprimir
Copyright Editora JBC. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Editora JBC.