
Seu nome é a junção do estilo de kung fu “Louva-a-Deus” e uma alusão ao forte sol de Ribeirão Preto
Ribeirão City voltará a ser uma pacata cidade de interior e ficará em paz sem monstros que ameacem seus habitantes, no último episódio da série Insector Sun.
O protagonista da série, Kri Lee, como um bom brasileiro, vive de bicos para se manter. E quando sente que a cidade está ameaçada, imediatamente se transforma em Insector Sun para combater as forças do mal.

Mas, sem verba para continuar a produção da série, o professor de kung-fu da cidade de Riberião Preto (interior de São Paulo), Christiano Silva, encerra a saga do tokusatsu brasileiro desanimado.
“Estou triste, frustrado, mas consegui fazer sozinho os 12 episódios. As pessoas patrocinam tanta coisa e não querem investir num filme”, queixa-se Silva sobre a falta de patrocínio, para o repórter do site G1.
Para cada episódio, com cerca de 30 a 40 minutos de duração, foram necessários cerca de três meses de filmagem, por conta dos atores voluntários que trabalham ou estudam nos dias úteis. O orçamento para cada capítulo foi de cerca de mil reais, usado para a confecção das fantasias e cenários.
O último episódio está previsto para maio, encerrando a saga de Insector Sun que teve início em 2000.
Assista as aventuras desse valente herói aqui.

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